O caso de amor já era antigo e tinha cara de final feliz.
Juninho representou muito para o Vasco e o Vasco vale muito para Juninho.
Títulos pelo Vasco não faltaram. Juninho foi duas vezes campeão brasileiro (97 e 2000), campeão carioca (98), da Libertadores (98), do Torneio Rio-São Paulo (99) e da Copa Mercosul (2000).
O acordo entre Vasco e o jogador foi relativamente fácil. Juninho combinou prêmios por conquista e o salário (ponto que precisa ser melhor explicado) é simbólico.
O torcedor deve comemorar. É certo que Juninho não é mais o mesmo. A vitalidade é outra e a condição física não pode ser a mesma. No entanto, algo que Juninho tem serve como garantia: profissionalismo.
O Vasco corre o risco de ter um meio campo excessivamente rodado e cadenciado, mas pode oferecer um jogo técnico e envolvente. Tenho dúvida se em um jogo mais pegado, mais combativo, se Juninho e Felipe poderiam atuar juntos o tempo todo, entretanto, com posse de bola, os dois podem envolver bem o adversário e cabe a Ricardo Gomes a tarefa de dar proteção ao seu esquema de defesa.
Juninho tem até agosto para treinar e se preparar para o Brasileiro. Conhecendo o profissionalismo dele, o tempo será suficiente para a torcida poder contar com ele.
DIHIT
Blog do Frederico Jota


3 Opiniões
É, um Juninho é um excelente profissional, sempre se cuidou e continua marcando seus “golzinhos” de falta.
Só acho que ele demorou muito para retornar ao Vasco. Não precisava de ter passado tanto tempo nas arábias, poderia ter voltado antes e ajudado mais o Vasco.
Mas boa sorte, tenho ótimas lembranças de quando era moleque e via o Juninho arrebentando no Vasco.
Olá, Álvaro!
Juninho é acima da média mesmo.
Concordo que teria sido ótimo se ele tivesse voltado antes.
Tenho dúvidas quanto a montagem da equipe, mas é certo que ele soma.
Abraço
Pois, mas tá agora, e isso é que importa!!!