Olho Clínico, Pós-Jogo — 5 de fevereiro de 2011 23:43

Santos mostra que tem limite e empata

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Sem Rafael, Jonathan, Durval, Arouca, Charles, Elano, Paulo Henrique Ganso, Neymar, Danilo, Alan Patric e Alex Sandro o Santos não conseguiu ganhar do desesperado Santo André.
A lista de desfalques já era grande antes. O Santos tem vários jogadores no departamento médico e na seleção sub-20 e, ainda assim, o time vencia e jogava bem.
O primeiro tempo foi bom, mas o segundo não foi nada agradável.

O que mudou de um tempo para o outro?
A pergunta ideal seria: o que não mudou de um tempo para o outro?
O Santos é bom, mas não tem um banco do banco de reservas.

A campanha invicta de hoje é também enganosa.
A direção e os torcedores não podem acreditar no elenco todo de hoje.
Alguns jogadores se mostram ainda muito verdes, imaturos.
Acreditar que um Neymar sai a cada ano é errar.

O Santo André começou o jogo marcando o gol.
Marcelo Godri aproveitou sobra de uma cobrança de falta e fez o gol.

O Santos sentiu o gol e se viu tentado a fazer ligação direta.
Quando o Santos colocou a bola no chão, o Santos envolveu o adversário e foi bem melhor.
Maikon Leite abusou de carregar a bola e os laterais voavam querendo jogo.

Róbson e Felipe Anderson se apresentavam como opção, mas Róbson precisa jogar mais.
O empate veio no fim do primeiro tempo.
Possebom também aproveitou jogada de bola parada vinda de escanteio e fez zum belo gol.

No segundo tempo, o Santos também foi melhor.
Adilson tentou mexer, mas o time tem limitações no banco.
Keirrison e Diogo atuaram por algum tempo juntos, mas se a bola não chegar os dois não resolvem.

O Santos não mereceu perder, mas produziu pouco no segundo tempo e por isso e por carregar muito a bola não venceu.

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